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Por que publicitário não participa do BBB

Estamos na época do BBB 12, o reality show mais amado e odiado do Brasil. Durante a sua história, entre mulheres que posaram nuas, peladas e sem calcinha na Playboy e Sexy da vida, o programa só teve um publicitário, que seguiu o caminho e 90% dos participantes: o anonimato.

Quais são os motivos para os publicitários não se tornarem figuras fáceis no programa? Algumas hipóteses abaixo:

Você tem mais algum motivo em mente? Compartilhe nos comentários.

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27 Comentários

  1. Acho que o fato de não poder se expressar criativamente seria um problema gigante. Porque lá não existem canetas!!! Não se pode escrever, nem desenhar. Ou seja, as ideias que você tem lá provavelmente serão esquecidas! (eu certamente morreria)

  2. Não gosto de BBB,mas informação nunca é demais,portanto antes de escrever uma matéria como essa o senhor publicitário deveria ter se informado melhor, confira aqui o publicitario que participou na penultima edição desse lixo : http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1435462-9798,00-PUBLICITARIO+PAULISTA+MICHEL+DO+BBB+E+APAIXONADO+POR+MERGULHO+E+VIAGENS.html

  3. Assim como em todo ramo profissional existem os bons e o ruins, com certeza a essa hora o bom não estaria fazendo essa resenha dessa aí… Para né, isso é uma tentativa frustada de levantar o seu ego !?

  4. Acho que comercialmente, para o programa um publicitário não seria uma boa escolha, já que na maioria das vezes ele s escolher pessoas descoladas interresantes, bonitas, e isso não se acha num publiciotario

  5. É humor esse post né?
    Duvido que todos os publicitários sejam tão pedantes. “Falta de bagagem cultural dos brothers”, por favor né.
    Pode parecer “insano” (sarcasmo), mas existem outras pessoas inteligentes no mundo além dos publicitários.
    Assim como existem pessoas que não sabem oque é Cannes, tem muito publicitário que não sabe oque é taxa Selic ou Acidente Vascular Cerebral.
    Parem de considerar o conhecimento de vocês mais importante que o conhecimento dos outros.

  6. Caraca galera! Será que ninguém aqui tem senso de humor????? Ninguém aqui disse que os publicitários são melhores ou piores do que ninguém. Aprendam a enxergar a vida com mais humor e menos senso crítico!

    E sim, concordo que a maioria dentro de um programa como esse não tem “bagagem cultural” pra bater de frente com pessoas da área de COMUNICAÇÃO SOCIAL. Nós, publicitários, jornalistas e relações públicas vivemos a cultura, a notícia e a informação de forma quase crua, o tempo todo! Sim, temos muito mais conhecimento GERAL do que muitos outros profissionais, o que não nos torna melhor ou pior.

    A internet está lotada de pseudo-intelectuais de bosta, pessoas que pensam que entendem de muita coisa mas no fim das contas não consegue ao menos escrever uma palavra em português correto. Pensem, analisem, REPENSEM antes de escrever uma crítica, pois o cume da mesma pode ser você.

    1. Senso de humor? Conhecimento geral?
      Duas coisas que eu e você temos conceitos diferentes para as mesmas palavras.
      No post esta escrito que publicitários sofrem com a “falta de bagagem cultural dos outros.”, para mim, isso é uma afirmação pedante. Você disse: “A internet esta cheia de pseudo-intelectuais de bosta”, outra forma de pedância.
      Me corrija caso eu esteja errado. A maioria dos profissionais que trabalham na televisão são profissionais de comunicação. Particularmente eu acho que a programação da televisão aberta é um lixo. Será que é isso que todos estes soberanos, com cultura geral superior a massa, são capazes de fazer? (os: sei que publicitários não trabalham apenas na Televisão e também sei que não são todos pedantes).
      Particularmente, tenho medo de lhe perguntar oque é cultura geral. Como administrador tenho prioridades diferentes das suas e não vou tentar convencer que meu conhecimento vale mais do que o conhecimento dos outros. Ate porque nem acredito nessa classificação.
      Termino ainda te parafraseando: “Pensem, analisem, REPENSEM antes de escrever uma crítica” e um post.

      OS: Pseudo-intelectual é um termo muito usado por pseudos-intelectuais.

  7. Se faltar pizza nós morremos e eu nunca vi pizza pra comprar com estalecas. Só isso já é motivo bastante. Enquanto vcs discutem, nós acompanhamos tudo o que acontece e mantemos vcs atualizados. Nos sigam no Twitter e fiquem sabendo todas as notícias da casa mais vigiada do Brasil em tempo real.

  8. Mais uma vez: o lixo Big Brother!! A situação é extremamente preocupante: no Brasil, há uma televisão de altíssimo nível técnico e baixíssimo nível de programação. Sem nenhum controle ético por parte da sociedade, os chamados canais abertos (aqueles que se podem assistir gratuitamente) fazem a cabeça dos brasileiros e, com precisão satânica, vão destruindo tudo que encontram pela frente: a sacralidade da família, a fidelidade conjugal, o respeito e veneração dos filhos para com os pais, o sentido de tradição (isto é, saber valorizar e acolher os valores e as experiências das gerações passadas), as virtudes, a castidade, a indissolubilidade do matrimônio, o respeito pela religião, o temor amoroso para com Deus. Na telinha, tudo é permitido, tudo é bonitinho, tudo é novidade, tudo é relativo! Na telinha, a vida é pra gente bonita, sarada, corpo legal… A vida é sucesso, é romance com final feliz, é amor livre, aberto desimpedido, é vida que cada um faz e constrói como bem quer e entende! Na telinha tem a Xuxa, a Xuxinha, inocente, com rostinho de anjo, que ensina às jovens o amor liberado e o sexo sem amor, somente pra fabricar um filho… Na telinha tem o Gugu, que aprendeu com a Xuxa e também fabricou um bebê… Na telinha tem os debates frívolos do Fantástico, show da vida ilusória… Na telinha tem ainda as novelas que ensinam a trair, a mentir, a explorar e a desvalorizar a família… Na telinha tem o show de baixaria do Ratinho e do programa vespertino da Bandeirantes, a ilusão da Fama… Enquanto na realidade que ela, a satânica telinha ajuda a criar, temos adolescentes grávidas deixando os pais loucos e a o futuro comprometido, jovens com uma visão fútil e superficial da vida, a violência urbana, em grande parte fruto da demolição das famílias e da ausência de Deus na vida das pessoas, os entorpecentes, um culto ridículo do corpo, a pobreza e a injustiça social… E a telinha destruindo valores e criando ilusão… E quando se questiona a qualidade da programação e se pede alguma forma de controle sobre os meios de comunicação, as respostas são prontinhas: (1) assiste quem quer e quem gosta, (2) a programação é espelho da vida real, (3) controlar e informação é antidemocrático e ditatorial… Assim, com tais desculpas esfarrapadas, a bênção covarde e omissa de nossos dirigentes dos três poderes e a omissão medrosa das várias organizações da sociedade civil – incluindo a Igreja, infelizmente – vai a televisão envenenando, destruindo, invertendo valores, fazendo da futilidade e do paganismo a marca registrada da comunicação brasileira… Um triste e último exemplo de tudo isso é o atual programa da Globo, o Big Brother (e também aquela outra porcaria, do SBT, chamada Casa dos Artistas…). Observe-se como o Pedro Bial, apresentador global, chama os personagens do programa: “Meus heróis! Meus guerreiros!” – Pobre Brasil! Que tipo de heróis, que guerreiros! E, no entanto, são essas pessoas absolutamente medíocres e vulgares que são indicadas como modelos para os nossos jovens! Como o programa é feito por pessoas reais, como são na vida, é ainda mais triste e preocupante, porque se pode ver o nível humano tão baixo a que chegamos! Uma semana de convivência e a orgia corria solta… Os palavrões são abundantes, o prato nosso de cada dia… A grande preocupação de todos – assunto de debates, colóquios e até crises – é a forma física e, pra completar a chanchada, esse pessoal, tranqüilamente dá-se as mãos para invocar Jesus… Um jesusinho bem tolinho, invertebrado e inofensivo, que não exige nada, não tem nenhuma influência no comportamento público e privado das pessoas… Um jesusinho de encomenda, a gosto do freguês… que não tem nada a ver com o Jesus vivo e verdadeiro do Evangelho, que é todo carinho, misericórdia e compaixão, mas odeia o fingimento, a hipocrisia, a vulgaridade e a falta de compromisso com ele na vida e exige de nós conversão contínua! Um jesusinho tão bonzinho quanto falsificado… Quanta gente deve ter ficado emocionada com os “heróis” do Pedro Bial cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui!” Até quando a televisão vai assim? Até quando os brasileiros ficaremos calados? Pior ainda: até quando os pais deixarão correr solta a programação televisiva em suas casas sem conversarem sobre o problema com seus filhos e sem exercerem uma sábia e equilibrada censura? Isso mesmo: censura! Os pais devem ter a responsabilidade de saber a que programas de TV seus filhos assistem, que sites da internet seus filhos visitam e, assim, orientar, conversar, analisar com eles o conteúdo de toda essa parafernália de comunicação e, se preciso, censurar este ou aquele programa. Censura com amor, censura com explicação dos motivos, não é mal; é bem! Ninguém é feliz na vida fazendo tudo que quer, ninguém amadurece se não conhece limites; ninguém é verdadeiramente humano se não edifica a vida sobre valores sólidos… E ninguém terá valores sólidos se não aprende desde cedo a escolher, selecionar, buscar o que é belo e bom, evitando o que polui o coração, mancha a consciência e deturpa a razão! Aqui não se trata de ser moralista, mas de chamar atenção para uma realidade muito grave que tem provocado danos seríssimos na sociedade. Quem dera que de um modo ou de outro, estas linha de editorial servissem para fazer pensar e discutir e modificar o comportamento e as atitudes de algumas pessoas diante dos meios de comunicação… E se alguém não gostou do que leu, paciência! *** fran rangel

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