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Os 7 maiores bordões da publicidade brasileira

Tem muito comercial que tenta se virar nos 30, mas são tão comuns na hora de passar a mensagem que acabam no esquecimento assim que saem de veiculação, enquanto outros garantem seu lugar na cultura popular seja por ser muito bom ou por simplesmente encher o saco mesmo com uma frase que vira bordão e cai nas graças do povo. A seguir, quem faz parte desta seleção:

Fabiano_Augusto_Casas_Bahia

Ligue já!

Esse lembra um objeto que sempre esteve em um lugar, mas ninguém percebia sua presença. A frase de ordem e suas variações de vez em quando são usadas para reforçar o pedido que foi feito na propaganda. Seu auge foi atingido com o astrólogo (ou algo do tipo) Walter Mercado com seu sotaque de gringo em férias no Brasil ao pronunciar o famoso “Ligue Djá”!

Pode ser?

Quando a Pepsi colocou esta pergunta no ar, a opinião do público se dividiu e o que era hábito informal de muitos garçons se tornou oficial.

Amo muito tudo isso

Muita gente pode se questionar se a frase cabe para uma empresa que era mais conhecida pelos seus lanches gordurosos e que hoje oferece alternativas mais saudáveis, mas este trecho começou a ser usada para várias finalidades, entre elas, cantadas de pedreiro.

Não é uma Brastemp

Esta campanha é um dos inúmeros exemplos de como uma campanha bem feita pode durar por tempo indeterminado. Até hoje ela alguém fala esta expressão quando quer justificar a qualidade inferior de alguma coisa.

Bombril, mil e uma utilidades

Carlos Moreno passou décadas anunciando palha de aço que virou sinônimo de categoria e de multiuso, literalmente falando. Quem viveu os anos 1980 e 90 lembra que além de limpar louças, era auxiliar de antenas.

É tipo Net?

Esse lembra o caso da Brastemp e no período que estava no ar, foi usado em várias paródias, até mesmo pelo Porta dos Fundos. Só acho que este bordão pode ser um tiro no pé para a empresa diante das reclamações dos usuários sobre a qualidade do serviço.

Quer pagar quanto?

Sabe aquele caso que um ator faz sucesso com um papel e depois não consegue ser lembrado por outra coisa? Acredito que seja o caso do Fabiano Augusto, o Adam Sandler brasileiro, e sua alegria contagiante para uns e irritante pra muitos, mas que até hoje ainda ta na cabeça de muita gente graças à quase lavagem cerebral que a audiência sofreu na época da campanha. Deve ser por isso que o ator nunca mais apareceu na TV, pois sabe que será imediatamente associado às Casas Bahia.

E você, sentiu falta de algum grande bordão? Comente.

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